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sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Vereadores de oposição de Camalaú denunciam casos de perseguição no município

Foi com indignação que reagiram os cinco vereadores, o presidente da Câmara Junior Lucas, Fabiano Monteiro, Diva, Branca e Audenice Chaves, que compõem a bancada de oposição na Câmara Municipal de Camalaú, a respeito da forma arbitrária e perseguidora como o Prefeito Sandro Môco vem agindo desde o início da gestão.

De acordo com os vereadores, para justificar a existência do Código de Obras Posturas e edificações do Município uma Lei Complementar que é necessária para o planejamento da cidade e que prevê seu crescimento a longo prazo, aprovada em 2016, se arvorando da citada Lei, o Prefeito tem se utilizado dela para praticar perseguição política àqueles que não rezam na sua cartilha.

Inconformado com o resultado nas urnas no pleito de domingo, dia 7, passado no qual seu candidato a governador foi derrotado, tanto a nível local quanto estadual, e ainda, inconformado com o desempenho abaixo do esperado de seus candidatos a Senadores, Deputados Federal e Estadual, ao invés de ir pensando e planejando em realizar parcerias com a nova gestão estadual para o desenvolvimento de ações visando o bem estar dos Camalauenses, optou pelo caminha da perseguição.

Na terça-feira, dia 09, numa ação comandada pessoalmente pelo Secretário Municipal de Infraestrutura e determinada pelo Prefeito, a comunidade assistiu a um verdadeiro espetáculo no Centro da cidade, onde os Comerciantes Rodolfo Gabriel e Damião Janú que contribuem em termos de pagamentos de impostos e geração de trabalho e renda para o sustento de vários pais de famílias com um valor mensal considerável, tiveram que paralisar a construção de uma Obra no centro da cidade, pois a Prefeitura colocou todo o aparato de máquinas e convocou a Polícia Militar para retirar um material de construção (areia e massame) quando os trabalhadores estavam em pleno horário de trabalho, material esse que não estava atrapalhando nem causando nenhum transtorno ao trânsito.

“Só com o intuito de perseguir já que em outros pontos da cidade tem material de construção e não aconteceu o mesmo. Querer justificar uma Lei aprovada na gestão anterior para perseguir, não dá o povo não é bobo e percebe sua intenção, o bom senso deve prevalecer, a exemplo, do Código de Trânsito Brasileiro que proíbe as pessoas de conduzirem carros e motos sem habilitação e, no entanto as pessoas trafegam”, disse a vereadora Aldenice Chaves.

Esse não é o primeiro caso de perseguição que tem acontecido. E mesmo assim, para a execução da Lei a Prefeitura deveria ter realizado audiências Públicas e socializado com a população, como também dar alternativas para execução da mesma, não simplesmente apreender o material.

“Nunca se viu isso em Camalaú em outras administrações, o prefeito sem modo, só se preocupa em aparecer na mídia e nas redes sociais, mostrando uma realidade que não existe ao invés de estimular e incentivar atividades produtivas e potencializar o comércio local, age ao contrário de forma mesquinha, arbitrária, com a prática da velha política de perseguição se achando “dono do mundo” e pensando que o Poder é eterno”, finalizou a vereadora.

Assessoria - Vereadora Aldenice Chaves

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